Filosofia da ciência

Filosofia das ciências sociais aplicadas



Pense nas seguintes decisões:

  • É melhor abrir um restaurante ou uma loja de roupas?

  • Devo contratar mais um empregado para atender a demanda ou é melhor recusar clientes por enquanto?

  • Vendo minhas sacas de café agora ou espero mais um pouco?

Podemos tomar essas decisões seguindo nossa intuição ou imitando o que outras pessoas fazem, o senso comum. Ou podemos tentar ser mais científicos. Ser mais científico significa pesquisar o que já se sabe sobre o assunto e o que aconteceu com quem escolheu cada uma das opções em situações parecidas.

Para identificar a melhor decisão a tomar em uma situação é preciso levar em consideração diversas variáveis. P. ex., vender as sacas de café agora pode ser um bom negócio se você tem uma dívida com juros altos ou um investimento muito lucrativo para fazer com o dinheiro. Porém, pode ser melhor deixar para vender depois se houver algum sinal de que vai faltar café nos próximos meses.

Contudo, na maior parte das vezes, não temos todas as informações que seriam necessárias para identificar a melhor decisão. Não sabemos muitas coisas que deveríamos saber. Por isso, muitas decisões precisam lidar com a incerteza, assumindo riscos e pressupondo probabilidades. Alguns ficam ricos, outros vão à falência.

A função da ciência é nos ajudar a tomar decisões com base em conhecimentos sobre como o mundo funciona. Para isso, ela busca estabelecer fatos da maneira mais objetiva e precisa possível para nos permitir fazer previsões. Por isso, ela exige o compromisso de basear nossas afirmações em evidências, usando dados e métodos que outras pessoas podem verificar.

A ciência nos permitiu controlar diversas doenças, construir aviões, desenvolver smartphones e inventar a internet. Não menos espantosas são as conquistas das ciências sociais:

  • várias empresas conseguem produzir lucrativamente milhões de produtos com qualidade e gerenciar dezenas de milhares de empregados;

  • algumas seguradoras de saúde têm milhões de clientes e conseguem se manter solventes durante décadas;

  • bilhões de transações eletrônicas acontecem a cada minuto usando cartões de crédito, incluindo compras em diferentes países;

  • os governos conseguem controlar a inflação no nível das casas decimais;

  • as fazendas conseguem se planejar para produzir comida variada, nutritiva e barata suficiente para alimentar o mundo todo etc.

Esses fatos mostram que as ciências sociais aplicadas são bem sucedidas, elas conseguem prever razoavelmente o comportamento das pessoas (compras, inadimplência, acidentes, idas ao médico etc.). O papel de diversas teorias e ferramentas que vocês aprendem durante o curso é tornar essas previsões possíveis: cálculo, estatística, micro e macroeconomia, ciência política, ciências sociais, teoria do risco, teoria da ruína, análise de políticas públicas, finanças, análise de demonstrações contábeis etc.

A filosofia da ciência é o estudo de como as ciências se desenvolvem, como se organizam e, principalmente, como definem o que é ou não científico. Ela é próxima da epistemologia, a área que estuda como os indivíduos adquirem conhecimento, isto é, como eles justificam suas crenças e afirmações.

Aqui nos concentraremos em duas ideias fundamentais em filosofia da ciência (o falsificacionismo de Popper e a teoria dos paradigmas de Kuhn) e duas distinções muito importantes em epistemologia (a diferença entre afirmações objetivas e subjetivas e a diferença entre afirmações descritivas e normativas).

O falsificacionismo de Popper

Suponha que você tenha um restaurante e que está conversando com um analista (um consultor do Sebrae, um gerente de investimento do banco etc.). Ele é simpático e confiante, fala com desenvoltura sobre vários setores da economia e usa um terno impecável. Ao final da conversa, ele te diz "você deveria comprar o imóvel ao lado do seu e aumentar a capacidade do seu restaurante em 25%". Você deve seguir o conselho dele?

Para tomar essa decisão você precisa descobrir porque ele acredita que deveria expandir o restaurante. Quais justificativas ele tem? Talvez ele saiba que um dos seus concorrentes vai fechar as portas ou que uma grande empresa está interessada em fazer um convênio com um restaurante. Mas talvez ele se baseie apenas em uma impressão de que seria bom que seu restaurante fosse maior.

Para decidir se seguirá ou não o conselho dele, você precisa avaliar se a afirmação que ele fez ("é melhor que você aumente a capacidade do seu restaurante") é objetiva ou subjetiva. Uma afirmação objetiva é aquela que outras pessoas podem verificar, são fatos. Por isso, elas têm a mesma validade para todas as pessoas. Por exemplo, o Brasil exporta mais produtos agrícolas do que produtos industriais.

Por outro lado, as afirmações subjetivas são aquelas que dependem de aspectos privados, pessoais, específicos de quem faz a afirmação. Por exemplo, "estou muito pessimista em relação ao futuro", "não gosto de ter dívidas" etc. A validade dessas afirmações depende das características de quem faz a afirmação, são opiniões. Por isso, nesses casos, é possível que duas pessoas afirmem coisas diferentes e as duas posições sejam aceitáveis.

Para que suas afirmações sejam objetivas, é preciso que as pessoas estejam abertas a corrigi-las diante de novas informações. Por isso, é importante perceber que as pessoas podem tratar suas afirmações como hipóteses ou como dogmas.

Hipóteses são afirmações tratadas como provisórias, a pessoa pode mudar de ideia dependendo das novas informações que receber, principalmente quando testar essas afirmações, observando como o mundo realmente funciona. Dogmas são afirmações tratadas como definitivas. Nesses casos, a confiança na afirmação é tão grande que nenhum resultado negativo nos testes das afirmações é suficiente para fazer a pessoa mudar de opinião. P. ex., crianças que confiam cegamente no que o pai diz.

O teste das afirmações é o núcleo do método científico. Em sua versão mais simples, ele consiste em três passos:

  1. elabore uma hipótese.

  2. teste essa hipótese fazendo alguma previsão.

  3. se errar a previsão, corrija ou abandone a hipótese. Porém, mesmo se acertar, continue fazendo testes. Nunca confie cegamente na sua hipótese.

Em 1934, no livro A Lógica da Pesquisa Científica, Karl Popper apresentou uma versão mais exigente do segundo passo do método científico. Essa versão é chamada de falsificacionismo.

É fácil conseguir evidências confirmatórias para quase qualquer hipótese. Voltemos ao conselho para expandir seu restaurante. Ele poderia ser reformulado como a seguinte hipótese: seu restaurante será mais lucrativo caso ele tenha uma capacidade 25% maior. Há diversos fatos que confirmam essa hipótese: em alguns dias, há filas de espera; seus dois principais concorrentes têm capacidade maior do que a sua; e seu fornecedor de carne te ofereceu um desconto caso você faça encomendas 30% maiores.

No entanto, apenas esses três fatos não provam que seria melhor expandir a capacidade do restaurante, pois há outras possibilidades sobre o que vai acontecer. Pode ser que esse aumento acabe com as filas, mas crie muitos lugares vazios; pode ser necessário contratar mais pessoas, diluindo o que você ganhou com o desconto na carne etc. Por isso, não basta encontrar confirmações da hipótese, pois elas podem ser compatíveis com outras hipóteses (isto é, explicações alternativas para esses fatos). É preciso pensar em um teste que seria capaz de mostrar que sua hipótese é falsa. Há algo que te convenceria que seu restaurante não será mais lucrativo se aumentar a capacidade?

De acordo com o falsificacionismo, para sua hipótese ser científica, você precisa responder sim a essa questão. Segundo Popper, o que transforma uma afirmação em uma hipótese científica é o fato de ela ser falsificável, é preciso que seja possível mostrar que ela está errada, que é falsa.

Note a sutileza: não estamos dizendo que a hipótese tem que ser falsa para ser científica, mas sim que tem que ser possível mostrar que ela é falsa. Para um falsificacionista, dizer que uma hipótese é científica não é o mesmo que dizer que ela é verdadeira, que ela é aceitável. Para isso, é preciso um passo a mais. Para a hipótese ser aceita como verdadeira, ela deve ser falsificável, mas não falsificada. Em outras palavras, ela deve passar em um teste que poderia mostrar que ela é falsa.

Por exemplo, imagine que você decida testar o conselho do analista. Você derruba uma parede do restaurante e coloca mais algumas mesas, aumentando a capacidade em 10%. Se isso diminuir seu lucro ao invés de aumentá-lo, você se convenceria de que a hipótese de que aumentar a capacidade em 25% te daria mais lucros está errada? Se você responder que não, sua hipótese não era científica, era um dogma (a menos que você sustente que há uma diferença profunda entre aumentos de 10 e 25% da capacidade).

Portanto, ao invés de buscar evidências confirmatórias de sua hipótese, o pesquisador deve criar testes que sejam capazes de mostrar que ela é falsa, de falsificá-la. Isto é, ele deve buscar evidências que a refutem, não que a confirmem.

Se a hipótese passar nesse teste, ela deve ser aceita, mas sempre provisoriamente, sempre buscando novos testes e melhores hipóteses. Ter passado em um teste não mostra que ela é verdadeira definitivamente, pois outros testes são possíveis (por exemplo, analisar as demonstrações contábeis do restaurante nos próximos meses). Ela deve ser aceita apenas por enquanto, provisoriamente. Uma teoria que resiste a diversas tentativas de refutação não é necessariamente verdadeira, pois basta uma evidência contrária para mostrar que ela é falsa.

Quanto mais arriscada é uma hipótese, maior sua importância. Porém, isso também a torna mais falsificável ela é:

  • não falsificável: se um empreendimento não se expandir, ele pode fechar nos próximos dez anos.

  • dificilmente falsificável: muitos dos empreendimentos que não se expandirem fecharão as portas em menos de dez anos.

  • falsificável: todo empreendimento que não se expande fechará as portas em menos de dez anos.

  • falsificável: se o Subway parar de se expandir, ele vai quebrar em menos de cinco anos.

A primeira hipótese não é falsificável porque nada é capaz de mostrar que ela está errada. Mesmo que nenhum empreendimento feche, o defensor da hipótese se defenderá dizendo que era possível que os empreendimentos fechassem. No caso da segunda hipótese, é dificil falsificá-la por causa da imprecisão da palavra "muitos", diferentes pessoas podem interpretá-la de maneiras diversas. Isto é, há certa subjetividade nessa palavra.

Isso não acontece com as duas últimas hipóteses, pois a terceira se aplica a todos os empreendimentos e a quarta se aplica a uma empresa em particular. Portanto, seria fácil refutar essas hipóteses. No caso da terceira hipótese, bastaria que um empreendimento que não se expandiu se mantivesse aberto. No caso da quarta hipótese, basta que o Subway não se expanda e mesmo assim não feche. São hipóteses arriscadas como essa que fazem nosso conhecimento avançar.

Portanto, para os falsificacionistas, hipóteses científicas são afirmações falsificáveis e uma afirmação é falsificável se for possível mostrar que ela está errada (há algo que te faria mudar de ideia?). E as hipóteses científicas são aceitas quando, apesar de falsificáveis, elas ainda não foram falsificadas.

Paradigmas e revoluções segundo Thomas Kuhn

Outra distinção importante nesse contexto é aquela entre afirmações descritivas e normativas. As primeiras buscam mostrar como o mundo é, enquanto as segundas indicam como o mundo deveria ser (o que é certo e errado, bom ou ruim etc). Afirmações normativas tendem a ser mais subjetivas, mas também podem ser objetivas, principalmente quando forem dedutivas (p. ex., se não há perspectiva de continuidade do negócio, o empresário não deve se endividar).

O conceito de ideologia é importante para essa discussão. Uma ideologia é uma visão de mundo, um conjunto de afirmações descritivas e normativas, de pressupostos e teorias sobre como o mundo funciona e deveria funcionar.

Há duas visões sobre como os cientistas devem lidar com essas questões. Na visão tradicional, os cientistas precisam ser imparciais e objetivos, se restringir a afirmações descritivas e devem sempre tentar eliminar seus vieses. Na visão crítica, é impossível que um cientista seja sempre imparcial e objetivo. Eles são inevitavelmente normativos, ideológicos (p. ex., simplesmente ao escolher estudar determinado assunto), por isso, resta a eles explicitar e discutir essas escolhas, tentando explicitar seus vieses.

Esse embate deixa as especificidades das ciências sociais mais claras. Por estudarem a interação entre pessoas, no caso delas, é mais difícil separar objetividade de subjetividade e normatividade de descrição em suas hipóteses. Isso é reforçado por dois outros aspectos. Em primeiro lugar, o comportamento humano é influenciado por muitos fatores, por isso, as explicações são probabilísticas (tendências), não determinísticas. Em segundo lugar, ao contrário de ratos em laboratório e plantas em casas de vegetação, os agentes econômicos alteram seu comportamento por causa das previsões sobre o que farão no futuro. Por fim, realizar experimentos com pessoas é muitas vezes antiético ou impossível, por isso, predominam estudos observacionais (ao invés de estudos experimentais), o que dificulta as medições e as análises causais. Esses dois fatores fazem com que o estabelecimento da objetividade das hipóteses em ciências sociais seja mais complexo do que em outras ciências.

Em 1962, o livro A Estrutura das Revoluções Científicas de Thomas Kuhn (KUHN, 2009; BIRD, 2018) inaugurou a sociologia do conhecimento, o estudo de como aspectos sociais influenciam o desenvolvimento científico. Para compreender essa proposta, vamos comparar a visão de Kuhn com a visão padrão da ciência.

Na visão padrão, a ciência é capaz de descobrir verdades permanentes. Ela é uma atividade cumulativa, pois acumula essas verdades: a teoria que vem depois continua (corrige, inclui e amplia) as teorias anteriores. Além disso, nessa visão, todas as teorias são comparáveis (comensuráveis), sempre é possível saber se uma está mais correta do que outra, isto é, qual delas se aproxima mais da verdade. Isso faz com que a visão padrão da ciência apresente os cientistas como imparciais, críticos, abertos à novidade e céticos.

Em contraposição, na visão de Kuhn, as ciências têm momentos de ruptura. Elas alternam períodos de ciência normal e de ciência revolucionária. O período de ciência normal é aquele em que há a predominância de um paradigma. Um paradigma científico é um conjunto de conceitos e técnicas bem sucedido para a solução de um problema importante e que depois é aplicado também a outras situações. Ele determina os pressupostos dos pesquisadores, seu referencial teórico.

Durante a ciência normal tudo acontece de acordo com a visão padrão da ciência, há continuidade entre uma teoria e outra, cumulatividade. Isso não acontece nas revoluções científicas, as mudanças de paradigmas. Essas revoluções acontecem quando começam a aparecer problemas que o paradigma dominante não consegue resolver (as anomalias) e surge um paradigma alternativo capaz de resolvê-los.

Nesses momentos, é comum que as teorias concorrentes sejam incomensuráveis (não comparáveis), pois tratam de problemas diferentes e usam conceitos também fundamentalmente diferentes. Por isso, nesses momentos, os cientistas podem ser tendenciosos, parciais, orgulhosos, conservadores e até dogmáticos. Isso pode fazer com eles resistam à mudança de paradigma mesmo quando há alternativa melhor, pois foram educados e construíram sua carreira dentro de determinado paradigma.

Há várias mudanças famosas de paradigma: a substituição do geocentrismo pelo heliocentrismo (revolução copernicana), a substituição do modelo da combustão baseado no flogisto pelo modelo do oxigênio, a passagem do lamarckismo para a teoria da seleção natural, as passagens da física aristotélica para a física newtoniana e depois para a teoria da relatividade e as passagens do marginalismo para o keynesianismo e depois para o monetarismo.

É possível que diferentes paradigmas convivam no mesmo ponto no tempo, mas isso cria diferentes grupos dentro de uma mesma área de estudo, constituindo diferentes comunidades científicas (ou epistêmicas). É o caso das discordâncias entre economistas ortodoxos e heterodoxos, entre estatísticos frequentistas e bayesianos ou entre pesquisadores quantitativos e qualitativos em políticas públicas.

Em grande medida, essas diferentes comunidades não analisam os mesmos problemas, não usam os mesmos conceitos, não publicam nas mesmas revistas, não vão aos mesmos eventos científicos nem usam os mesmos critérios para avaliar se uma hipótese é boa ou ruim. É isso o que significa dizer que eles têm paradigmas diferentes.

É também por causa das diferenças de paradigma que você deve usar artigos muito citados em sua área como modelo para a formulação do problema, decisões metodológicas e até mesmo questões de estilo de escrita e de formatação do texto. Você deve seguir o que sua comunidade epistêmica considera correto. Quando você for reconhecido por ela como um membro competente dessa área de estudo, aí você poderá passar a questioná-la. Do contrário, suas posições poderão ser simplesmente desconsideradas. Isso explica porque pinturas simples de pintores famosos são vendidas por milhões de dólares, mas não pinturas simples muito semelhantes feitas por crianças.

Nessa versão, dizer que uma teoria científica é “verdadeira”, significa dizer fortes evidências que a confirmam e ainda não foram encontradas evidências contundentes que sejam incompatíveis com ela.

O quadro abaixo resume as diferenças entre a visão padrão da ciência e a visão kuhniana.


visão padrão visão de Kuhn

verdades permanentes provisórias

progresso cumulativo paradigmas e revoluções

teorias sempre comparáveis às vezes incomensuráveis

cientistas abertos à novidade apegados a paradigmas


Por fim, vale registrar que as propostas do Popper e Kuhn, o falsificacionismo e a teoria dos paradigmas, não são incompatíveis, ao menos em suas versões superficiais. Enquanto o falsificacionismo de Popper é uma teoria normativa (uma proposta de como os cientistas deveriam se comportar), a teoria de Kuhn é descritiva (uma descrição de como os cientistas realmente se comportam). Kuhn defende basicamente que os cientistas resistem a abandonar a hipótese quando surgem falsificações. Por isso, há certa compatibilidade entre as duas propostas.

Então, as principais ideias a guardar são:

  • regularidades

  • objetividade (fato)

  • subjetividade (opinião)

  • hipóteses

  • dogmas

  • normatividade

  • falsificabilidade

  • paradigmas



Referências

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ALVES, M. Reflexões acerca da natureza da ciência: comparações entre Kuhn, Popper e o empirismo lógico. Kínesis, v. 5, n. 10, 2013. link

BIRD, A. Thomas Kuhn In: ZALTA, E. Stanford Encyclopedia of Philosophy, 2018. link

GUERRA, L. et al. Análise epistemológica da Nova Administração Pública à luz de Kuhn e Popper. Rev. Eletr. do Mestrado Prof. em Administração da Univ. Potiguar, v. 4, n. 1, p. 43-53, 2011. link

KUHN, T. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2009.

MUSSI, F.; SILVA, E.; OLIVEIRA, S. A Teoria Schumpeteriana da inovação e sua cientificidade discutida. Revista Espacios, v. 37, n. 21, 2016. link

POPPER, K. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 1972.

TAFFAREL, M.; SILVA, E. A cientificidade da administração em debate. Revista Administração em Diálogo-RAD, v. 15, n. 3, 2015. link

THORNTON, S. Karl Popper In: ZALTA, E. Stanford Encyclopedia of Philosophy, 2018. link

VIEIRA, J.; FERNANDEZ, R. A estrutura das revoluções científicas na economia e a Revolução Keynesiana. Estudos Econômicos, v. 36, n. 2, 2006. link


Para saber mais sobre filosofia em geral


ABBAGNANO, N. Dicionário de filosofia. São Paulo: M. Fontes, 2014.

FRENCH, S. Ciência: conceitos-chave em filosofia. Porto Alegre: Artmed, 2009.

PAPINEAU, D. (Org). Filosofia: grandes pensadores, principais fundamentos e escolas filosóficas. São Paulo: Publifolha, 2009.

ZALTA, E. Stanford Encyclopedia of Philosophy.